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EDUCAÇÃO PATRIMONIAL: CONHECER PARA PRESERVAR

Conceito

     A Constituição Federal de 1988 aponta para uma tentativa de busca de uma memória plural com novas perspectivas de preservação. No âmbito estadual, o que tem sido feito – além de manter os instrumentos legais de proteção, como: inventário do acervo cultural, tombamento de bens materiais e registro dos imateriais – é o incentivo ao desenvolvimento, entre os municípios, de práticas e ações de Educação Patrimonial. Mas o que vem a ser essa nova categoria de ensino e aprendizado e obtenção de conhecimento?

“A Educação Patrimonial, como atividade complementar nas escolas públicas, tem o papel de sensibilizar para a preservação, alicerçada no respeito aos valores sociais e éticos da educação cívica”.

“O trabalho de Educação Patrimonial busca levar às crianças e adultos a um processo ativo de conhecimento, apropriação e valorização de sua herança cultural e a comunidade em geral deverá, além de se identificar com o patrimônio cultural, garantir sua permanência e vitalidade”.

A Educação Patrimonial é um instrumento de alfabetização cultural que amplia o sentido de conexão com a memória histórica social e cultural dos grupos sociais, promovendo a valorização e o reconhecimento da diversidade cultural, bem como tratando da exclusão social presente na sociedade brasileira”[1].   

 

      Aderindo a esse plano de Educação Patrimonial resta-nos ainda as perguntas como, o quê e para quê nos dedicarmos à preservação de nossos bens culturais. A principal tarefa dos educadores e educandos envolvidos nessa proposta de educação é refletir sobre sua cidade enquanto lugar do encontro, da convivência, lugar onde construímos nossos caminhos e nossa memória coletiva. Esta sim merece destaque, pois, é ela importante fator para a construção de identidades coletivas e para o estabelecimento de relações entre o passado e o presente. Conhecer e preservar o patrimônio cultural de nossas cidades é garantir que a sociedade tenha maiores oportunidades de perceber a si própria e assim propagar e garantir a vivência da cidadania.

Exemplos de Projetos já desenvolvidos com a temática “Patrimônio Cultural” em Campos Altos

 

Tema: Minha Cidade, o projeto teve a adesão das escolas estaduais e municipais.

Período: 2010 a 2011

[1] Trechos retirados do livro “Reflexões e Contribuições para a Educação Patrimonial”, da Coleção Lições de Minas, produzida pela Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais.

Tema: Identidades Culturais de Campos Altos, o projeto teve a adesão das escolas municipais.

Ano: 2012

 

Tema: Projeto Educar, teve a adesão das escolas municipais.

Ano: 2013 a 2016

Tema: A Cultura do Café em Campos Altos: Aroma e Sabor, teve a adesão das escolas municipais.

Ano: 2017

 

Tema: “Os Times de Futebol de Campos Altos”, teve a adesão das escolas municipais.

Ano: 2018

 

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